Denotação e Conotação – Conceitos e Exemplos

A língua portuguesa pode muitas vezes ser confusa. Por exemplo, no caso de denotação e conotação. Muitas pessoas ouvem essas expressões e não sabem o que significam e qual a sua diferença. E para que você tire suas dúvidas, o Toda Hora irá definir e diferenciar esses conceitos de linguagem.

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Conceitos – Denotação e Conotação

A linguagem possilita a comunicação na sociedade, com troca de ideias, de opiniões, em debates, e intermedia as relações humanas. No momento de se expressar verbalmente nós recorremos à fala ou escrita, fazendo uso das palavras, expressões e enunciados de um determinado idioma. Estes atuam em dois sentidos: denotativo e conotativo.

Denotação

Quando se diz que a linguagem é denotativa, significa que ela está sendo utilizada no sentido literal, ou seja, o seu sentido real, que consta no dicionário.

O sentido denotativo é utilizado em produção de textos com função referencial, a fim de transmitir informações, de debater, argumentar e de orientar sobre assuntos variados. São os casos de artigos científicos, atas, manuais de instrução, reportagens, resenhas, artigos opnativos, memorandos, receitas, bula de remédios, entre diversos outros.

Exemplo: A menina está com a cara toda pintada de batom.

Nesse exemplo, a palavra “cara”, carrega o real sentido da palavra, de rosto, face.

Conotação

Quando se diz que a linguagem é conotativa, significa que ela está sendo utilizada no sentido figurado, ou seja, a palavra ou expressão recebem um novo significado, em situações e contexto particulares. A conotação modifica o sentido real das palavaras e expressões.

O sentido conotativo é utilizado em diálogos informais do dia a dia, denominados gêneros discursivos textuais primários. Porém, adquirem uma maior expressividade nos textos secundários, ou seja, textos mais elaborados, por exemplo, os textos publicitários e literários. A conotação pe utilizada para atribuir maior expressividade às palavras e expressões, a fim de causar efeitos diferentes de sentido nos leitores e/ou ouvintes.

Exemplo: O funcionário quebrou a cara.

Nesse exemplo, a palavra “cara”, carrega um sentido figurado, sugerindo que o funcionário “não se deu bem” em algo que tentou e não conseguiu realizar.

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Sinônimos e Antônimos – Como utilizar

Significado de Miscigenação   O que é, Conceito e Definição

A língua portuguesa pode ás vezes ser confusa quanto à semântica. Algumas dúvidas podem surgir em relação aos sinônimos e antônimos. Para que você saiba empregar corretamente os sinônimos e antônimos iremos conceituá-los e diferenciá-los.

Semântica é o ramo da linguística que estuda o significado das palavras e seus significados. Cada palavra tem seu significado específico, e podemos, de acordo com esse significado, estabelecer relações de semelhança ou de contrariedade.

A semântica estuda as seguintes conceitos: parônimos, homônimos, sinônimos e antônimos.

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Sinônimos e Antônimos

Os sinônimos e os antônimos designam palavras (substantivos, adjetivos, verbos, complementos, etc.), que, de acordo com o seu significado, podem se assemelhar (sinônimos) ou serem opostas (antônimos).

Sinônimos

Palavras sinônimas são aquelas que possuem significados semelhantes. É válido lembrar que o sentido ser semelhante não significa dizer que são palavras equivalentes, pois as palavras possuem diferentes conotações.

A relação de sononímia não é recíproca, ou seja, a substituição de uma palavra pela outra não é possível nos dois sentidos.

A utilização de sinônimos deve ser feita com base no contexto em que a palavra está sendo utilizada.

A utilização de sinônimos é importante na diversificação popular para evitar repetições e também para retomadas de elementos que surgem ao longo do texto.

Exemplo:

Sinônimos da palavra importante: considerável, marcante, essencial, notável, entre outros.

Antônimos

Palavras antônimas são aquelas que apresentam um significado contrário ao de uma determinada palavra. Estabelecem contrariedade, oposição, e também correlação e complementaridade.

A antonímia é estabelecida entre palavras diferentes, com radicais diferentes. Como também podem ser formados por prefixos de negação, como: in-, des-, a-. E ainda podem ser representados por palavras que já apresentam prefixos cujos significados são contraditórios.

Também deve ser analisado o contexto para a utilização de antônimos.

Antônimos com radicais diferentes

  • bom e mau
  • bonito e feio
  • alto e baixo

Antônimos com prefixos de negação

  • feliz e infeliz
  • atento e desatento
  • típico e atípico

Antônimos com prefixos contraditórios

  • exteriorizar e interiorizar
  • progressão e regressão
  • ascendente e descendente

Exemplo:

Sinônimos da palavra importante: inútil, superficial, insignificante, dispensável, entre outros.

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Tipos de Pronomes – Conheça a Classificação

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A língua portuguesa pode muitas vezes ser confusa quanto à análise sintática. Como, por exemplo, no caso de pronomes. Muitas dúvidas surgem ao se analisar os tipos de pronomes. Para que você saiba como classificar os pronomes, iremos conceitar e diferenciá-los.

Pronome é uma classe gramatical portuguesa variável, ou seja, que sofre flexão quanto ao gênero, número e grau. É a palavra que substitui ou acompanha um substantivo e define os seus limites de significação. Existem vários tipos de pronomes, podendo ser: pessoais, possessivos, demonstrativos, interrogativos, relativos, indefinidos, adjetivos e substantivos.

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Tipos de Pronomes

Confira a classificação dos pronomes:

Pessoais

Os pronomes pessoais se dividem ainda em pronomes pessoais do caso reto, pronomes pessoais oblíquos e pronomes pessoais de tratamento.

Pronomes Pessoais Oblíquos

Tem função de complemento na frase.

Exemplo: Desculpem-me. (me = objeto)

Os pronomes oblíquos se dividem em:

Oblíquos átonos

Esses nunca são precedidos de preposição: me, te, se, o, a, lhe, nos, vos, se, os, as, lhes.

Exemplo: Basta-me a sua presença.

Oblíquos tônicos

São sempre precedidos de preposição (a, de, em, por etc.): mim, ti, si, ele, ela, nós, vós, si, eles, elas.

Exemplo: Basta a mim a sua presença.

Pronomes Pessoais do caso reto

Tem a função de sujeito na frase.

Exemplo: Nós fomos a festa de despedida dela. (nós = sujeito)

Resumidamente:

Pronomes Pessoais de Tratamento

São aqueles utilizados para se referir às pessoas, de maneira cerimoniosa. São alguns:

Exemplo: Vossa Excelência não se preocupe com a aceitação dos projetos.

Possessivos

Os pronomes possessivos indicam relação de posse. São eles: meu, minha, meus, minhas, teu, tua, teus, tuas, seu, sua, seus, suas, nosso, nossa, nossos, nossas, vosso, vossa, vossos, vossas, seu, sua, seus, suas.

Mais organizadamente:

Exemplo: Ela me emprestou a sua blusa.

Demonstrativos

Os pronomes demonstrativos indicam posicionamento, o lugar de um ser em relação a uma das três pessoas gramaticais. São eles: este, esta, estes, estas, isto, esse, essa, esses, essas, isso, aquele, aquela, aqueles, aquelas, aquilo. Palavras que podem atuar como pronomes demonstrativos: o, a, os, as, mesmo, mesma, mesmos, mesmas, próprio, própria, próprios, próprias, tal, tais, semelhante, semelhantes.

Exemplo: Esta é minha filha.

Interrogativos

Os pronomes interrogativos são utilizados para interrogar, formulando perguntas de modo direto ou indireto. Entre eles: que, quem, qual, quais, quanto, quanta, quantos, quantas.

Exemplo: Quantos irão no meu carro?

Relativos

Os pronomes relativos são empregados para retomar um substantivo ou um pronome anterior a eles, substituindo-o no início da oração seguinte. São eles: que, quem, onde, o qual, a qual, os quais, as quais, cujo, cuja, cujos, cujas, quanto, quanta, quantos, quantas.

Exemplo: Não conheço o artista sobre o qual você me falou.

Indefinidos

Os pronomes indefinidos são aqueles que se referem de modo indeterminado à terceira pessoa gramatical. São eles: alguém, ninguém, outrem, tudo, nada, cada, algo, algum, algumas, nenhuns, nenhuma, todo, todos, outra, outras, muito, muita, pouco, poucos, certo, certa, vários, várias, tanto, tantos, quanta, quantas, qualquer, quaisquer, bastante, bastantes.

Exemplo: Alguém está batendo na porta.

Adjetivos

Os pronomes adjetivos têm a função de acompanhar os substantivos, fazendo o papel de um adjetivo ao determinar e modificar os substatntivos.

Exemplo: Meu celular é novo, mas o seu não é.

Substantivos

Os pronomes substantivos são utilizados para substituir o substantivo em uma oração.

Exemplo: Meu celular é novo, mas o seu não é.

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Tipos de Advérbios – Conheça os principais

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A língua portuguesa pode muitas vezes ser confusa quanto à análise morfológica. Como, por exemplo, no caso advérbios. Muitas dúvidas surgem ao se analisar os tipos de advérbios. Para que você saiba como classificar os advérbios, iremos conceitar e diferenciá-los.

Advérbios é uma categoria gramatical invariável que podem modificar um verbo, um adjetivo, outro advérbio ou uma frase inteira, atribuindo-lhes uma circunstância, uma de algo.

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Tipos de Advérbios

O advérbio é uma palavra que exprime circuntância, são elas:

Lugar

Entre eles: aqui, antes, dentro, ali, adiante, fora, acolá, atrás, além, lá, detrás, aquém, cá, acima, onde, perto, aí, abaixo, aonde, longe, debaixo, algures, defronte, nenhures, adentro, afora, alhures, embaixo, externamente, a distância, à distância de, de longe, de perto, em cima, à direita, à esquerda, ao lado, em volta.

Exemplo: Maura mora perto de Wilson.

Tempo

Entre eles: hoje, logo, primeiro, ontem, tarde, outrora, amanhã, cedo, dantes, depois, ainda, antigamente, antes, doravante, nunca, então, ora, jamais, agora, sempre, já, enfim, afinal, amiúde, breve, constantemente, entrementes, imediatamente, primeiramente, provisoriamente, sucessivamente, às vezes, à tarde, à noite, de manhã, de repente, de vez em quando, de quando em quando, a qualquer momento, de tempos em tempos, em breve, hoje em dia.

Exemplo: Marcelo chegou agora da fábrica.

Modo

Entre eles: bem, mal, assim, melhor, pior, depressa, acinte, debalde, devagar, às pressas, às claras, às cegas, à toa, à vontade, às escondidas, aos poucos, desse jeito, desse modo, dessa maneira, em geral, frente a frente, lado a lado, a pé, de cor, em vão e a maior parte dos que terminam em “-mente”: calmamente, tristemente, propositadamente, pacientemente, amorosamente, docemente, escandalosamente, bondosamente, generosamente.

Exemplo: A garota acariciava delicadamente os cabelos de sua boneca.

Afirmação

Entre eles: sim, certamente, realmente, decerto, efetivamente, certo, decididamente, deveras, indubitavelmente.

Exemplo: Ele certamente conhece a rota.

Negação

Entre eles: não, nem, nunca, jamais, de modo algum, de forma nenhuma, tampouco, de jeito nenhum.

Exemplo: Felipe nunca teve um cachorro.

Dúvida

Entre eles: acaso, porventura, possivelmente, provavelmente, quiçá, talvez, casualmente, por certo, quem sabe.

Exemplo: Provavelmente eu virei para o jantar.

Intensidade

Entre eles: muito, demais, pouco, tão, em excesso, bastante, mais, menos, demasiado, quanto, quão, tanto, assaz, que (equivale a quão), tudo, nada, todo, quase, de todo, de muito, por completo, extremamente, intensamente, grandemente, bem (quando aplicado a propriedades graduáveis).

Exemplo: Dormi pouco esta noite.

Exclusão

Entre eles: apenas, exclusivamente, salvo, senão, somente, simplesmente, só, unicamente.
Exemplo: Apenas um aluno não fez a prova.

Inclusão

Entre eles: ainda, até, mesmo, inclusivamente, também.
Exemplo: Frederic também entrou para o time de futebol.

Ordem

Entre eles: depois, primeiramente, ultimamente.
Exemplo: Primeiramente, gostaria de dizer obrigado.

Interrogativos

São eles: onde (lugar), quando (tempo), como (modo), por que (causa)

Exemplo: Onde você está?

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Características do Simbolismo → Veja Aqui as principais

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O Simbolismo surgiu no final do século XIX na França e trata-se de um movimento literário poético que surge em oposição a outras formas literárias como o Naturalismo. Aqui nesse artigo vamos falar um pouco sobre as Principais Características do Simbolismo, para que você possa diferenciar esse tipo de literatura de outros.

O que é o Simbolismo?

É um movimento literário surgido na França no final do século XIX em oposição a outros movimentos que já haviam na época, a saber: naturalismo, realismo, positivismo entre outros.

Ele busca trazer uma atmosfera mais poética e romântica do mundo, incluindo aspectos religiosos em sua arte. A ideia é promover o entretenimento e fazer as pessoas se sentirem bem com o que leem ou veem.Principais características do Simbolismo autores

Em quais áreas atuaram?

Eles atuaram escrevendo poemas, pinturas, dramaturgias e outros textos utilizando elementos míticos proveniente do intercâmbio com a cultura oriental.

Eles procuravam expressar romanticamente as viagens e expedições ao qual se dedicavam naquele momento.

Ou seja, eles se interessavam por todo tipo de arte, seja literatura ou artes plásticas, o ramo de atuação desse tipo de forma de expressão era bem vasto.

Principais características do Simbolismo

Agora a parte interessante, o que destaca o mesmo de outras formas de literatura e de expressão.

Veja abaixo as principais características do Simbolismo:

Misticismo e espiritualismo

Há uma tentativa de fuga da realidade ao mundo espiritual, oferecendo uma viagem ao mundo invisível e impalpável para o ser humano. Há o uso de vários vocábulos litúrgicos como: missal, hinos, turíbulos e incensos.

Na maioria das vezes remete aos mitos orientais, sendo que são a principal fonte de inspiração.

Falta de clareza

Não importava muito dar um significado definido para o texto. O mais importante era o valor sonoro da palavra que estava sendo empregada.

Deveria-se apenas sugerir elementos da realidade indiretamente para que, assim, quem a lesse tivesse a curiosidade e a vontade de descobrir sobre o que o autor estava falando. Deixando, assim, um clima de mistério.

Subjetivismo

Há a valorização do indivíduo e do miticismo, cada pessoa poderia ter sua própria realidade e, assim, uma interpretação diferente do mundo. Isso era negado pelos parnasianos, mas voltou a ter importância após esse movimento.

Musicalidade

Lança-se mão de rimas, aliterações e assonâncias com a finalidade de tornar os textos mais marcante foneticamente. A ideia era chamar a atenção das pessoas para as diferenças sonoras que poderiam ser produzidas, muitas vezes forçando isso no texto.

Sinestesia

Há aplicações de qualidades às sensações. Fazendo, assim, construções sinestésicas como: Som vermelho, dora amarela, silêncio amargo, cantarolar negro, etc.

Ou seja, eles constroem novos significados além dos usuais das palavras para expressar de forma diferente aquilo que eles querem dizer. Só ganhando sentido, assim, dentro do contexto poético no qual estão inseridos.

Maiúsculas no meio do verso

Eles usam o mão desse artifício para destacar palavras no meio de verso e demonstrar que as mesmas são muito importantes para o contexto no qual estão inseridas.

É muito utilizado até hoje para destacar parte de um texto, mas só no aqui que ele aparece como um das principais características do Simbolismo.

Cor branca nas artes

A cor branca era muito utilizada por representantes desse tipo de manifestação cultural. Outra coisa que apresentava grande uso são as transparências.

Isso para dar um ar de simplicidade e leveza ao conteúdo, visto que é poético.

Principais autores do Simbolismo no Brasil

No Brasil destacam-se os seguintes autores:

  • Raul de Leoni;
  • Emiliano Perneta;
  • Da Costa e Silva;
  • Dario Vellozo;
  • Arthur de Salles;
  • Ernãni Rosas;
  • Petion de Villar;
  • Marcelo Gama;
  • Maranhão Sobrinho;
  • Saturnino de Meireles;
  • Pedro Kikerry;
  • Alceu Wamosy;
  • Eduardo Guimarães;
  • Gilka Machado;
  • Onestaldo de Penafort;
  • Lívio Barreto.

Mas são três os que merecem destaque nesse tipo de literatura e são eles: Augusto dos Anjos, Cruz e Sousa e Alphonsus de Guimarães. Suas obras forma as mais lidas e as mais importantes do meio, embora os da lista acima também tenham dado boas contribuições.


Exemplo de literatura no Simbolismo

Violões que choram…
Cruz e Souza

Ah! plangentes violões dormente, mornos,
Soluços ao luar, choros ao vento…
Tristes perfis, os mais vagos contornos,
Bocas murmurejantes de lamento.

Noites de além, remotas, que eu recordo,
Noites de solidão, noites remotas
que nos azuis da Fantasia bordo,
Vou constelando de visões ignotas.

Sutis palpitações à luz da lua,
Anseio dos momentos mais saudosos
Quando lá choram na deserta rua
As cordas vivas dos violões chorosos.

Quando os sons dos violões vão soluçando,
Quando os sons dos violões nas cordas gemem,
E vão dilacerando e deliciando,
Rasgando as almas que nas sombras tremem.

Harmonias que pungem, que laceram,
Dedos nervosos e ágeis que percorrem
Cordas e um mundo de dolências geram
Gemidos, prantos, que no espaço morrem…

E sons soturnos, suspiradas mágoas,
Mágoas amargas e melancolias,
No sussurro monótono das águas,
Noturnamente, entre ramagens frias.

Vozes veladas, veludosas vozes,
Volúpias dos violões, vozes veladas,
Vagam nos velhos vórtices velozes
Dos ventos, vivas, vãs, vulcanizadas.

Tudo nas cordas dos violões ecoa
E vibra e se contorce no ar, convulso…
Tudo na noite, tudo clama e voa
Sob a febril agitação de um pulso.

Que esses violões nevoentos e tristonhos
São ilhas de degredo atroz, funéreo,
Para onde vão, fatigadas do sonho,
Almas que se abismaram no mistério.
Poesia metafísica e dor de existir


Espero que o texto com as Principais Características do Simbolismo tenha lhe ajudado de alguma forma e  que fique claro que o texto tem a intenção de ajudar. Deixe sua dúvida, sugestão ou qualquer coisa sobre o tema nos comentários para que possamos ajudar um número maior de pessoas.

Naturalismo no Brasil → O que foi, características e principais autores?

Em literatura e em português é muito comum ouvirmos falar desse tema. Mas você sabe o que foi, quais as características e os principais autores do Naturalismo no Brasil?

Caso a resposta para a pergunta acima seja negativa, não se preocupe pois é disso que esse texto trata. Existem muitas outras fontes sobre o tema, mas creio que o que daremos aqui é um consenso do mesmo.

Veja abaixo:Naturalismo no Brasil O que foi características autores

O que foi o Naturalismo no Brasil?

O Naturalismo consiste na radicalização do realismo, ou seja, há a descrição da realidade da forma como ela é e não há romantização. Ela é uma das precursoras do pensamento evolucionista de Charles Darwin devido à sua ênfase ao natural.

É um dos pilares da ciência moderna tal como nos conhecemos hoje, além de uma das bases para o pensamento filosófico.

O Naturalismo no Brasil começou a vingar em 1880 sob a influência do escritor francês Émile Zola. Sendo que o estilo pode ser visto não só na literatura mas, também, no teatro e na pintura.

Principais Características

Abaixo pode ver as cinco principais características desse gênero literário. Claro que existem outras, mas não cabe nesse texto.

  1. Impessoalidade / Linguagem simples e enxuta
  2. Engajamento literário (o autor tenta convencer o leitor)
  3. Determinismo (o homem é fruto do meio/ raça/ momento)
  4. Darwinismo social
  5. Positivismo / Cientificismo exagerado

Como podemos ver acima, esse estilo prega por uma interpretação racional da realidade, onde a natureza teria o papel primordial na concepção dos fatos.

Ambiente e personagens

As características dos ambientes e dos personagens também são bem característicos desse tipo de literatura. Veja abaixo:

  • Ambiente restrito como microcosmo de toda a sociedade
  • Preferência por grupos humanos marginalizados
  • Patologias sociais (prostituição, traição, incesto)
  • Animalização / Zoomorfização dos personagens

Como podemos ver, há uma tentativa de reprodução fiel da realidade e um abandono da tentativa de romantizar cenários e personagens, fazendo do dia a dia comum o enredo das histórias. Podemos ver isso claramente em novelas e séries atuais.

Principais autores

Tudo sobre naturalismo pode ser ainda pouco para se aprender. Esse estilo pode encantar e chocar várias pessoas pois tenta retratar a realidade baseando-se na natureza e na ciência.

Dentre os autores desse estilo no Brasil, destacaram-se:

  • Aluísio Azevedo;
  • Horácio de Carvalho;
  • Inglês de Souza;
  • Julio Ribeiro;
  • Emília Bandeira de Melo;
  • Adolfo Caminha;
  • Pápi Júnior;
  • Rodolfo Teófilo;
  • Carneiro Vilela;
  • Faria Neves Sobrinho;
  • Manoel Arão.

Desses todos o Aluísio de Azevedo é que merece o maior destaque pois ele escreveu o primeiro romance naturalista em 1881 de nome “O mulato. Porém seu livro O Cortiço, de 1890, é considerado um dos marcos na literatura brasileira onde denuncia a exploração e as péssimas condições de vida dos moradores das estalagens ou dos cortiços cariocas do final do século XIX.

Como pode-se perceber o Naturalismo no Brasil possui um grande número de autores e isso influencia a literatura até os dias de hoje. Espero que esse artigo tenha lhe sido útil e, caso tenha dúvidas, sugestões ou críticas, nos deixe um comentário com sua opinião.

Grau do substantivo – Flexões de Grau

Substantivo é uma classe gramatical de palavras variáveis, que denominam os seres. Além de objetos, pessoas e fenômenos, os substantivos também nomeiam lugares, sentimentos, estados, qualidades e ações. O substantivo possui uma propriedade denominada Grau do Substantivo, vamos entender melhor?

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Grau do Substantivo

As Flexões de Grau do Substantivo expressam variações de tamanho, sendo aumento (grau aumentativo) e diminuição (grau diminutivo).

O grau aumentativo, em algumas situações e dependendo do contexto e do sufixo utilizado, pode indicar exagero, depreciação ou afeto. E o grau diminutivo, dentro das mesmas circunstâncias, pode indicar moderação, afetividade ou desdém.

Formação do Grau

A formação do grau do substantivo pode ser de forma analítica e sintética. Confira:

Analítico

Na forma analítica, o grau do substantivo é dado através do acréscimo de um ajetivo que indique o aumento ou diminuição do mesmo.

Para aumento pode-se utilizar adjetivos como enorme, grande e imenso. E para diminuição utiliza-se ajetivos como pequeno, minúsculo e insignificante.

Exemplos:

  • Prato grande – Prato pequeno
  • Pedra colossal – pedra minúscula
  • Trabalho enorme – Trabalho insignificante
  • Vaso enorme – vaso fino

Sintético

Na forma sintética, o grau do substantivo é dado através do acréscimo de um sufixo, que indicará o aumento ou diminuição.

Sufixos Aumentativos

Os sufixos que denotam aumentativo são, principalmente:

-ão -aça -aço -alha -ão -alhão -arão -zarrão -arrão -eirão -zão -arra -ázio -ona -orra -uça -aréu

Confira um exemplo para cada sufixo demonstrado, respectivamente:

cabeção, barcaça, balaço, muralha, povão, medalhão, casarão, homenzarrão, gatarrão, ribeirão, pezão, bocarra, copázio, vozona, cabeçorra, dentuça, fogaréu

Sufixos Diminutivos

Os sufixos que denotam diminutivo são, principalmente:

-acho -ebre -eco -ejo -elho -eto -eta -ete -ico -im -inho -inha -zinho -zinha -isco -ito -ita -oca -ola -ote -ucho -ulo -ula -ela -zito

Confira um exemplo para cada sufixo demonstrado, respectivamente:

riacho, casebre, jornaleco, lugarejo, rapazelho, livreto, saleta, filete, namorico, espadim, dedinho, janelinha, pezinho, irmãzinha, chuvisco, mosquito, senhorita, engenhoca, bandeirola, velhote, papelucho, glóbulo, radícula, ruela, pezito

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Complemento Verbal – Objetos Diretos e Indiretos

A língua portuguesa pode muitas vezes ser confusa quanto à análise sintática. Por exemplos, há verbos que necessitam de um complemento para que seu sentido seja completo. É o chamado complemento verbal. Vamos entender melhor como eles funcionam?

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Complemento Verbal

Para você entender melhor, vamos analisar a seguinte sentença:

Necessitamos de um médico agora.

Pode-se observar que o verbo “necessitamos” não teria um sentido completo sem o complemento, no caso, “um médico”. Logo, como completa o sentido de um verbo, o termo “um médico”  é um complemento verbal.

Os complementos verbais podem ser classificados em:

Objeto Direto

O objeto direto complementa o verbo transitivo direto. Ele responde principalmente à pergunta o quê?, indicando assim aquilo que sofre a ação verbal, e não necessita de preposição para estabelecer regência verbal.

Exemplo:

Os alunos leram os textos de português.

Sujeito: Os alunos

Predicado: leram os textos de português.

Verbo transitivo direto: leram (o que?)

Objeto direto: os livros.

Objeto Indireto

O objeto indireto complementa o verbo transitivo indireto. Necessita obrigatoriamente de preposição para estabelecer regência verbal, e responde, principalmente, às perguntas a quem? para quem? e de quem?, indicando a quem se destina a ação verbal. Geralmente vem acompanhado da preposição “de”.

Exemplo:

Eu gosto de música clássica.

Sujeito: Eu

Predicado: gosto de música clássica.

Verbo transitivo indireto: gosto (de que?)

Objeto indireto: música clássica.

Nós obedecemos aos nossos pais.

Sujeito: Nós

Predicado: oobedecemos aos nossos pais.

Verbo transitivo indireto: obedecemos (a quem?)

Objeto indireto: aos nossos pais.

Objeto Direto e Indireto

O objeto direto e indireto complementam os verbos transitivos diretos e indiretos. Os verbos transitivos diretos e indiretos necessitam do complementos dos objetos diretos e indiretos, ou seja, de ambos.

Exemplo:

Minha tia deu uma bolsa à minha avó.

Sujeito: Minha tia

Predicado: deu uma bolsa à minha avó

Verbo transitivo direto e indireto: deu

Objeto direto: uma bolsa

Objeto indireto: à minha avó

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Objeto Direto e Indireto – Complementos Verbais

A língua portuguesa pode muitas vezes ser confusa quanto à análise sintática. Pode ser complicado identificar o objeto direto e indireto em uma oração, se você não sabe sua conceituação ou até mesmo não a tem tão esclarecida.

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Objeto Direto e Indireto

O objeto direto e indireto complementam os verbos transitivos diretos e indiretos. E por isso são denominados complementos verbais.

Os objetos diretos e os objetos indiretos, complementam, respectivamente, os verbos transitivos diretos e os verbos transitivos indiretos. E os verbos transitivos diretos e indiretos necessitam do complementos dos objetos diretos e indiretos, ou seja, de ambos.

Para entender a função do objeto direto e indireto, primeiramente devemos entender o que é um verbo transitivo direto e indireto.

Verbo Transitivo Direto e Indireto

Os verbos transitivos diretos e indiretos são verbos que necessitam de complementos para completar seu sentido. Em outras palavras, são verbos transitivos.

Como falado anteriormente, há os verbos transitivos diretos e os verbos transitivos indiretos. E o verbo transitivo direto e indireto é uma junção dos dois. Ou seja, ele necessita tanto do objeto direto quanto do objeto indireto para completar seu sentido.

Nos verbos transitivos diretos e indiretos, o objeto direto tem a função de indicar coisas e o objeto indireto de indicar pessoas.

O objeto direto responde principalmente à pergunta o quê?, indicando assim aquilo que sofre a ação verbal. E o objeto indireto, que necessita obrigatoriamente de preposição para estabelecer regência verbal, responde, principalmente, às perguntas a quem? para quem? e de quem?, indicando a quem se destina a ação verbal.

Exemplos de verbos transitivos diretos e indiretos

Confira alguns exemplos de verbos transitivos diretos e indiretos:

  • emprestar;
  • comunicar;
  • influenciar;
  • agradecer;
  • pagar;
  • perdoar;
  • comemorar;
  • informar;
  • oferecer;
  • contar;
  • dar.

Para exemplificar e entender melhor como funciona essa estrutura, vamos analisar duas orações e identificar o verbo transitivo direto e indiretos e os objetos direto e indireto:

  • Minha tia deu uma bolsa à minha avó.

Sujeito: Minha tia
Predicado: deu uma bolsa à minha avó
Verbo transitivo direto e indireto: deu
Objeto direto: uma bolsa
Objeto indireto: à minha avó

  • Eu agradeci o convite ao anfitrião.

Sujeito: Eu
Predicado: agradeci o convite ao anfitrião
Verbo transitivo direto e indireto: dagradeci
Objeto direto: o convite
Objeto indireto: ao anfitrião

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Singular e Plural – Regras de Formação

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A língua portuguesa pode muitas vezes ser confusa quanto às formas singular e plural de diversas classes gramaticais. Porém nos substantivos essa confusão pode ser acentuada. Isso porque as regras de formação de plural incidem nessa classe. Por isso o Toda Hora irá descrever as regras de formação de plural para os substantivos.

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Singular e Plural

Os termos singular e plural são formas de flexão de números dos substantivos. Sendo singular se referindo a apenas um elemento e plural a mais de um elemento.

Regras de formação de plural

A principal regra de formação de plural é o acréscimo da termnação -s (adicionar a lestra s) à palavra no singular:

  • caneca – canecas;
  • ovo – ovos;
  • cadeira – cadeiras;
  • troféu – troféus.

Esta regra é válida aos substantivos terminados em ditongos ou à maioria dos terminados em vogais.

Há contanto outras regras para formação de plural:

Substantivos terminados em -r, -z e -s

O plural desses substantivos é feito acrescentando a terminação -es à palavra no singular.

Os substantivos terminados em -r no singular, tem sua terminação modificada para -res no plural:

  • mulher – mulheres;
  • par – pares;
  • cor – cores;
  • mar – mares.

Os substantivos terminados em -z no singular, tem sua terminação modificada para -zes no plural:

  • juiz – juízes;
  • atriz – atrizes;
  • voz – vozes;
  • luz – luzes.

Os substantivos terminados em -s no singular, tem sua terminação modificada para -ses no plural:

  • português – portugueses;
  • país – países;
  • inglês – ingleses;
  • freguês – fregueses.

E claro, temos excessões à regra: Se os substantivos terminados em -s são paroxítonos, então a formação do plural fica invariável, ou seja, sua forma singular e plural são a mesma.

  • lápis – lápis;
  • atlas – atlas;
  • ônibus – ônibus;
  • vírus – vírus.

Substantivos terminados em -ão

O plural dos substantivos terminados -ão pode ser feito através do acréscimo de três terminações distintas: -ões, -ãos, -ães.

Os substantivos terminados em -ão no singular, tem sua terminação modificada para -ões no plural. Entre os substantivos terminados em -ão, a maioria dos plurais são feitos com a terminação -ões. Exemplos:

  • ração – rações;
  • coração – corações;
  • doação – doações;
  • ação – ações.

Os substantivos terminados em -ão no singular, tem sua terminação modificada para -ãos no plural. Todos os substantivos paroxítonos terminados em -ão formam o plural com -ãos. E também alguns substantivos oxítonos seguem essa regra. Exemplos:

  • órfão – órfãos;
  • órgão – órgãos;
  • irmão – irmãos;
  • grão – grãos.

Os substantivos terminados em -ão no singular, tem sua terminação modificada para -ães no plural. Exemplos:

  • pão – pães;
  • capitão – capitães;
  • alemão – alemães.

Alguns substantivos terminados em -ão no singular, tem sua terminação modificada para mais de uma forma no plural, podendo até mesmo a adotar as três terminações. Exemplos:

  • refrão – refrãos ou refrães;
  • corrimão – corrimões ou corrimãos;
  • guardião – guardiões ou guardiães;
  • vilão – vilões, vilãos ou vilães.

Substantivos terminados em -l

A regra para substantivos terminados em -l se subdivide em duas. Uma para substantivos terminados em -al, -el, -ol e -ul e outra para substantivos terminados em -il, sendo esta última dividida em duas.

Os substantivos terminados em -al, -el, -ol e -ul no singular, tem sua terminação modificada para -ais, -éis, -óis, -uis no plural. Exemplos:

  • aluguel – aluguéis;
  • lençol – lençóis.

Os substantivos terminados em -il no singular, tem sua terminação modificada para -is no plural. Nesse caso são os substantivos oxítonos. Exemplos:

  • canil – canis;
  • fuzil – fuzis;
  • refil – refis.

Os substantivos terminados em -il no singular, tem sua terminação modificada para -eis no plural. Nesse caso são os substantivos paroxítonos. Exemplos:

  • fóssil – fósseis;
  • míssil – mísseis;
  • réptil – répteis.

Substantivos terminados em -m

O plural dos substantivos terminados em -m é feita pela substituição da terminação -m pela -ns. Exemplos:

  • garagem – garagens;
  • jardim – jardins;
  • bombom – bombons.

Substantivos terminados em -n

O plural dos substantivos terminados em -n pode ser feita pelo acréscimo das terminações -s ou -es. Exemplos:

  • pólen – polens ou pólenes;
  • hífen – hifens ou hífenes;
  • abdômen – abdomens ou abdômenes.

Substantivos terminados em -x

O plural dos substantivos terminados em -x é invariável. O seja, o singular e o plural do substativo é o mesmo. Somente se varia o artigo, para determinar a pluralidade. Exemplo:

  • o tórax – os tórax.

Plural de diminutivos

Nesse caso, o plural ocorre no radical da palavra e também faz-se o acréscimo da terminação -s no fim da palavra. Em outras palavras, passa-se a palavra original (sem o diminutivo) para o plural, acrescenta o diminutivo e depois a terminação -s. Exemplos:

  • cãozinho – cãezinhos;
  • pãozinho – pãezinhos.

Plural de substantivo composto

Para o plural desse tipo de substantivo, deve-se observar a composição do substantivo composto:

Caso seja composto por verbo+substantivo, somente o segundo elemento vai para o plural. Exemplos:

  • Beija-flor – beija-flores;
  • Guarda-chuva – guarda-chuvas.

Caso seja composto por substantivo+substantivo, ambos elementos vão para o plural. Exemplo:

  • Peixe-boi – peixes-bois.

Caso seja composto por substantivo+adjetivo, ambos elementos vão para o plural. Exemplos:

  • Segunda-feira – segundas-feiras;
  • Guarda-civil – guardas-civis.

Plural de substantivos ligados por preposição

Neste caso, somente o primeiro elemento varia. Exemplos:

  • Pé-de-moleque – pés-de-moleque;
  • Estrela-do-mar – estrelas-do-mar.

Substantivo composto com primeira palavra invariável

Neste caso, o segundo termo varia, indo para o plural, e o primeiro termo mantém em sua forma normal. Exemplo:

  • Recém-nascido – recém-nascidos.

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