Livros mais vendidos da história

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Milhões de livros são vendidos diariamente, o que nos leva a imaginar quais são os livros mais vendidos da história. Apesar de alguns best-sellers fazerem sucesso ocasionais, eles não lideram a lista dos 13 livros mais vendidos da história.

Na lista encontra-se a Bíblia e até mesmo um livro brasileiro. Confira!

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13 Livros mais vendidos da história

1° Bíblia Sagrada

Há pouco mais de 50 anos a Bíblia apareceu no topo do ranking de livros mais vendidos da história, e nunca mais saiu. São mais de 4 bilhões de cópias espalhadas por aí, traduzida em mais de 2000 idiomas e dialetos.

2° Um conto de duas cidades – Charles Dickens

O romance inglês do século XIX foi baseado na obra de Thomas Carlyle, de 1837, intitulada “História da Revolução Francesa”. Narra os impactos da Revolução Francesa na Inglaterra, através de um enredo romântico e mostra como a luta pela liberdade pode ser tornar uma tirania.

3° O Senhor dos Anéis – J. R. R. Tolkien

A saga de sucesso “Senhor dos Anéis”, também britânica, é um sucesso não só em suas versões impressas como também em na área cinematográfica, tendo tipo os livros adaptados ara o cinema. A trilogia surgiu da obra “O Hobbit” e já foi traduzida em mais de 40 idiomas. A mitologia própria conta a história de humanos e seres místicos convivendo no mesmo espaço, onde o hobbit Frodo tenta destruir o lendário anel.

4° O Pequeno Príncipe – Antoine de Saint-Exupéry

O famoso livro francês passa uma mensagem para todas as idades. Foi publicado em mais de 160 idiomas e dialetos, sendo a terceira ora mais traduzida do mundo, ficando atrás dos livros cristãos: a Bíblia e de “O Peregrino”.

5° O Caso dos Dez Negrinhos – Agatha Christie

O maior livro de sucesso da autora conta a história de dez pessoas que não se conhecem e vão parar numa mansão na ilha de Devon, tendo sido convocadas por um misterioso casal. O título do livro foi polêmica nos EUA por conta das palavras “little niggers” (negrinhos), que remete à preconceito racial, e, por isso, a obra é conhecida por lá como “And Then There Were None” ou “Ten Little Indians.

6° O Sonho da Câmara Vermelha – Cao Xueqin

O livro chinês é do autor e pintor Cao Xueqin, que morreu cerca de cinco anos antes de ter o livro publicado. O livro conta a história de um triângulo romântico entre a protagonista Jia Baoyu e dois primos. Surgiram boatos de que na verdade o livro era uma pequena biografia de uma família nobre.

7° O Hobbit – J. R. R. Tolkien

Como já mencionado anteriormente, a obra deu origem à saga O Senhor dos Anéis. Também foi adaptado para o cinema, dividida em três partes, e também para o teatro e rádio.

8° O Leão, A Feiticeira e o Guarda-Roupa – C. S. Lewis

O primeiro livro da série “As Crônicas de Nárnia”, foi escrito na década de 40, e publicação em 1950.  O livro inglês fala da história de quatro irmãos que, ao fugirem dos bombardeios em Londres na Segunda Guerra Mundial, chegam à casa de um professor que mora no campo e descobrem uma passagem secreta para um mundo fantástico. Foi traduzido em 41 idiomas.

9° Ela, a Feiticeira – Henry Haggard

Escrito em 1887, conta as aventuras do professor Horace Holly e seu púpilo, Leo Vincey, que vão parar em uma região inexplorada da África ao seguir coordenadas encontradas em um objeto que pertencia ao pai de Leo.

10° O Código da Vinci – Dan Brown

Autor de diversos best-sellers, o norte-americano Dan Brown lançou O Código da Vinci em 2004. O livro ainda é assunto polêmico por questionar a divindade de Jesus Cristo. Também foi adaptado para o cinema, em 2006.

11° Think And Grow Rich – Napoleon Hill

O livro é uma “fórmula de sucesso” escrita em 1937. Aborda temas psicológicos em histórias de sucesso de grandes milionários que fizeram sucesso na geração de Napoleon como Andrew Carnegie, Thomas Edison e Henry Ford. Foi publicado no meio da crise de 29 e, em 2004, ganhou uma revisão através de uma versão atualizada, trazendo exemplos mais modernos.

12° O Apanhador no Campo de Centeio – J. D. Salinger

Inicialmente foi um romance de revista, na década de 40, tendo em 1951 sido lançado em formato de livro. A obra alcançpu grande sucesso e surgiram várias lendas envolvendo-a. Supostamente, o livro inspirou o assassinato de John Lennon e de Ronald Reagan.

13° O Alquimista – Paulo Coelho

A única obra brasileira no ranking de livros mais vendidos da história, foi traduzida em mais de 65 idiomas, divide opiniões. O livro conta a história do jovem pastor Santiago seguindo seu sonho: saindo da Espanha e indo ao Egito em busca do tesouro mais incrível do mundo. No caminho, o jovem encontra um alquimista que o aconselhará e guiará até o tesouro, através de pistas.

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Características do Barroco – Confira as principais

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O Barroco se desenvolveu primeiramente nas Artes Plásticas e, posteriormente, na Literatura, no Teatro e na Música. Nasceu na Itália no século XVII e se espalhou por outros países europeus, como a Holanda, a França, a Bélgica e a Espanha. Foi trazido para a América Latina por artistas que viajavam para o Europa. As características do Barroco definem muito bem o estilo, tanto na literatura quanto nas construções e artes sacras.

Barroco no Brasil

O barroco brasileiro teve grande influência do barroco português e, com o tempo, foi adquirindo características próprias com o tempo. Sua ascensão no Brasil ocorreu no chamado “século do ouro” (século XVIII), em cidades de Minas Gerais, tendo como principal representante, o escultor Antônio Francisco de Lisboa, o Aleijadinho.

As obras de Aleijadinho possuíam forte caráter religioso. Feitas em madeira e pedra-sabão, as principais matérias-primas utilizadas pelos artistas barrocos brasileiros. Outro importantes representantes do barroco brasileiro são o pintor Manuel da Costa Ataíde e o escultor Mestre Valentim.

Características do Barroco

O Barroco possui um rebuscamento presente na arte e literatura, sendo reflexo dos conflitos entre o terreno e o celestial, o homem e Deus, o pecado e o perdão, a religiosidade medieval e o paganismo presente no período renascentista. Confira as principais características do Barroco:

Contrarreforma

Base da ideologia do Barroco. Na época da Barroco foram construídas a maior quantidade de igrejas, capelas, estátuas de santos e monumentos sepulcrais. O objetivo era convencer, conquistar e admirar. As obras de arte deviam ‘falar’ aos fiéis, mas sem momento algum ‘descer’ até eles. A arte barroca tinha que convencer, conquistar e impor admiração.

Conflito entre corpo e alma

O Renascimento se definiu pela valorização do profano, o gosto pelas satisfações mundanas. O Barroco se opunha à essa ideologia, devido a influência da Contrarreforma. Pela visão barroca, não há como conciliar a vida eterna com os prazeres humanos. Esse conflito de ideias contrárias causa no artista uma profunda angústia: após experimentarem de prazeres mundanos, ele se sente culpado e busca o perdão divino. Vivendo em um mundo de contradição, onde ora ajoelha-se diante de Deus, ora celebra as delícias da vida.

Passagem de tempo        

No Barroco, o homem barroco assume consciência integral quanto à fugacidade da vida humana: o tempo, veloz e avassalador, tudo destrói em sua passagem. Em contrapartida, diante das coisas transitórias, surge a contradição: vivê-las, antes que terminem, ou renunciar e se entregar à eternidade?

Forma tumultuosa

Seu estilo apresenta forma conturbada, devido a tensão causada pela oposição entre os princípios renascentistas e a ética cristã. Para expressar essa confusão, o uso de antíteses, pradoxos e inversões são comuns na literatura. A utilização de interrogações revela as incertezas, e a inversão de frases revela a intenção de conciliar elementos opostos.

Cultismo e conceptismo

Gregório de Matos e Pe. Antônio Vieira

Cultismo: caracteriza-se pelo uso de linguagem rebuscada, culta, extravagante, repleta de jogos de palavras e do emprego recorrente de figuras de estilo, como a metáfora e a hipérbole. Exemplo, de Gregório de Matos:

Ao braço do Menino Jesus de Nossa Senhora das Maravilhas,

A quem infiéis despedaçaram

O todo sem a parte não é todo;

A parte sem o todo não é parte;

Mas se a parte o faz todo, sendo parte,

Não se diga que é parte, sendo o todo. 

Conceptismo: ocorre principalmente na prosa. Caracterizado pelo jogo de ideias e de conceitos, seguindo um raciocínio lógico, nacionalista. Com rigorosa ordem na formação da frase, o objetivo é convencer e ensinar. Exemplo:

Para um homem se ver a si mesmo são necessárias três coisas: olhos, espelho e luz. Se tem espelho e é cego, não se pode ver por falta de olhos; se tem espelhos e olhos, e é de noite, não se pode ver por falta de luz. Logo, há mister¹ luz, há mister espelho e há mister olhos. (Pe. Antônio Vieira)

Figuras de Linguagem

Como mencionado anteriormente, algumas figuras de linguagem foram muito utilizadas na literatura barroca e uma das principais características do Barroco. Elas reforçam a tentativa de apreender a realidade por meio dos sentidos. Confira:

  • Metáfora: é uma comparação implícita. Exemplo, escrito por Gregório de Matos:

         Se és fogo, como passas brandamente?
Se és neve, como queimas com porfia?

  • Antítese: reflete a contradição. Revela o contraste que o escritor vê em praticamente tudo. Exemplo, de Manuel Botelho de Oliveira, no qual descreve uma ilha:

          Vista por fora é pouco apetecida
Porque aos olhos por feia é parecida;
Porém, dentro habitada
É muito bela, muito desejada,
É como a concha tosca e deslustrosa,
Que dentro cria a pérola formosa.

  • Paradoxo: corresponde à união de duas ideias contrárias num só pensamento. Exemplo, de Gregório de Matos:

         Ardor em firme Coração nascido;
pranto por belos olhos derramado;
incêndio em mares de água disfarçado;
rio de neve em fogo convertido.

  • Hipérbole: retratab a ideia de grandiosidade. Exemplo de Gregório de Matos:

         É a vaidade, Fábio, nesta vida,
Rosa, que da manhã lisonjeada,
Púrpuras mil, com ambição dourada,
Airosa rompe, arrasta presumida.

  • Prosopopeia: personificação de seres inanimados para dinamizar a realidade. Exemplo, de Padre Antonio Vieira:

         No diamante agradou-me o forte, no cedro o incorruptível, na águia o sublime, no Leão o generoso, no Sol o excesso de Luz.

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Características do Simbolismo → Veja Aqui as principais

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O Simbolismo surgiu no final do século XIX na França e trata-se de um movimento literário poético que surge em oposição a outras formas literárias como o Naturalismo. Aqui nesse artigo vamos falar um pouco sobre as Principais Características do Simbolismo, para que você possa diferenciar esse tipo de literatura de outros.

O que é o Simbolismo?

É um movimento literário surgido na França no final do século XIX em oposição a outros movimentos que já haviam na época, a saber: naturalismo, realismo, positivismo entre outros.

Ele busca trazer uma atmosfera mais poética e romântica do mundo, incluindo aspectos religiosos em sua arte. A ideia é promover o entretenimento e fazer as pessoas se sentirem bem com o que leem ou veem.Principais características do Simbolismo autores

Em quais áreas atuaram?

Eles atuaram escrevendo poemas, pinturas, dramaturgias e outros textos utilizando elementos míticos proveniente do intercâmbio com a cultura oriental.

Eles procuravam expressar romanticamente as viagens e expedições ao qual se dedicavam naquele momento.

Ou seja, eles se interessavam por todo tipo de arte, seja literatura ou artes plásticas, o ramo de atuação desse tipo de forma de expressão era bem vasto.

Principais características do Simbolismo

Agora a parte interessante, o que destaca o mesmo de outras formas de literatura e de expressão.

Veja abaixo as principais características do Simbolismo:

Misticismo e espiritualismo

Há uma tentativa de fuga da realidade ao mundo espiritual, oferecendo uma viagem ao mundo invisível e impalpável para o ser humano. Há o uso de vários vocábulos litúrgicos como: missal, hinos, turíbulos e incensos.

Na maioria das vezes remete aos mitos orientais, sendo que são a principal fonte de inspiração.

Falta de clareza

Não importava muito dar um significado definido para o texto. O mais importante era o valor sonoro da palavra que estava sendo empregada.

Deveria-se apenas sugerir elementos da realidade indiretamente para que, assim, quem a lesse tivesse a curiosidade e a vontade de descobrir sobre o que o autor estava falando. Deixando, assim, um clima de mistério.

Subjetivismo

Há a valorização do indivíduo e do miticismo, cada pessoa poderia ter sua própria realidade e, assim, uma interpretação diferente do mundo. Isso era negado pelos parnasianos, mas voltou a ter importância após esse movimento.

Musicalidade

Lança-se mão de rimas, aliterações e assonâncias com a finalidade de tornar os textos mais marcante foneticamente. A ideia era chamar a atenção das pessoas para as diferenças sonoras que poderiam ser produzidas, muitas vezes forçando isso no texto.

Sinestesia

Há aplicações de qualidades às sensações. Fazendo, assim, construções sinestésicas como: Som vermelho, dora amarela, silêncio amargo, cantarolar negro, etc.

Ou seja, eles constroem novos significados além dos usuais das palavras para expressar de forma diferente aquilo que eles querem dizer. Só ganhando sentido, assim, dentro do contexto poético no qual estão inseridos.

Maiúsculas no meio do verso

Eles usam o mão desse artifício para destacar palavras no meio de verso e demonstrar que as mesmas são muito importantes para o contexto no qual estão inseridas.

É muito utilizado até hoje para destacar parte de um texto, mas só no aqui que ele aparece como um das principais características do Simbolismo.

Cor branca nas artes

A cor branca era muito utilizada por representantes desse tipo de manifestação cultural. Outra coisa que apresentava grande uso são as transparências.

Isso para dar um ar de simplicidade e leveza ao conteúdo, visto que é poético.

Principais autores do Simbolismo no Brasil

No Brasil destacam-se os seguintes autores:

  • Raul de Leoni;
  • Emiliano Perneta;
  • Da Costa e Silva;
  • Dario Vellozo;
  • Arthur de Salles;
  • Ernãni Rosas;
  • Petion de Villar;
  • Marcelo Gama;
  • Maranhão Sobrinho;
  • Saturnino de Meireles;
  • Pedro Kikerry;
  • Alceu Wamosy;
  • Eduardo Guimarães;
  • Gilka Machado;
  • Onestaldo de Penafort;
  • Lívio Barreto.

Mas são três os que merecem destaque nesse tipo de literatura e são eles: Augusto dos Anjos, Cruz e Sousa e Alphonsus de Guimarães. Suas obras forma as mais lidas e as mais importantes do meio, embora os da lista acima também tenham dado boas contribuições.


Exemplo de literatura no Simbolismo

Violões que choram…
Cruz e Souza

Ah! plangentes violões dormente, mornos,
Soluços ao luar, choros ao vento…
Tristes perfis, os mais vagos contornos,
Bocas murmurejantes de lamento.

Noites de além, remotas, que eu recordo,
Noites de solidão, noites remotas
que nos azuis da Fantasia bordo,
Vou constelando de visões ignotas.

Sutis palpitações à luz da lua,
Anseio dos momentos mais saudosos
Quando lá choram na deserta rua
As cordas vivas dos violões chorosos.

Quando os sons dos violões vão soluçando,
Quando os sons dos violões nas cordas gemem,
E vão dilacerando e deliciando,
Rasgando as almas que nas sombras tremem.

Harmonias que pungem, que laceram,
Dedos nervosos e ágeis que percorrem
Cordas e um mundo de dolências geram
Gemidos, prantos, que no espaço morrem…

E sons soturnos, suspiradas mágoas,
Mágoas amargas e melancolias,
No sussurro monótono das águas,
Noturnamente, entre ramagens frias.

Vozes veladas, veludosas vozes,
Volúpias dos violões, vozes veladas,
Vagam nos velhos vórtices velozes
Dos ventos, vivas, vãs, vulcanizadas.

Tudo nas cordas dos violões ecoa
E vibra e se contorce no ar, convulso…
Tudo na noite, tudo clama e voa
Sob a febril agitação de um pulso.

Que esses violões nevoentos e tristonhos
São ilhas de degredo atroz, funéreo,
Para onde vão, fatigadas do sonho,
Almas que se abismaram no mistério.
Poesia metafísica e dor de existir


Espero que o texto com as Principais Características do Simbolismo tenha lhe ajudado de alguma forma e  que fique claro que o texto tem a intenção de ajudar. Deixe sua dúvida, sugestão ou qualquer coisa sobre o tema nos comentários para que possamos ajudar um número maior de pessoas.

Naturalismo no Brasil → O que foi, características e principais autores?

Em literatura e em português é muito comum ouvirmos falar desse tema. Mas você sabe o que foi, quais as características e os principais autores do Naturalismo no Brasil?

Caso a resposta para a pergunta acima seja negativa, não se preocupe pois é disso que esse texto trata. Existem muitas outras fontes sobre o tema, mas creio que o que daremos aqui é um consenso do mesmo.

Veja abaixo:Naturalismo no Brasil O que foi características autores

O que foi o Naturalismo no Brasil?

O Naturalismo consiste na radicalização do realismo, ou seja, há a descrição da realidade da forma como ela é e não há romantização. Ela é uma das precursoras do pensamento evolucionista de Charles Darwin devido à sua ênfase ao natural.

É um dos pilares da ciência moderna tal como nos conhecemos hoje, além de uma das bases para o pensamento filosófico.

O Naturalismo no Brasil começou a vingar em 1880 sob a influência do escritor francês Émile Zola. Sendo que o estilo pode ser visto não só na literatura mas, também, no teatro e na pintura.

Principais Características

Abaixo pode ver as cinco principais características desse gênero literário. Claro que existem outras, mas não cabe nesse texto.

  1. Impessoalidade / Linguagem simples e enxuta
  2. Engajamento literário (o autor tenta convencer o leitor)
  3. Determinismo (o homem é fruto do meio/ raça/ momento)
  4. Darwinismo social
  5. Positivismo / Cientificismo exagerado

Como podemos ver acima, esse estilo prega por uma interpretação racional da realidade, onde a natureza teria o papel primordial na concepção dos fatos.

Ambiente e personagens

As características dos ambientes e dos personagens também são bem característicos desse tipo de literatura. Veja abaixo:

  • Ambiente restrito como microcosmo de toda a sociedade
  • Preferência por grupos humanos marginalizados
  • Patologias sociais (prostituição, traição, incesto)
  • Animalização / Zoomorfização dos personagens

Como podemos ver, há uma tentativa de reprodução fiel da realidade e um abandono da tentativa de romantizar cenários e personagens, fazendo do dia a dia comum o enredo das histórias. Podemos ver isso claramente em novelas e séries atuais.

Principais autores

Tudo sobre naturalismo pode ser ainda pouco para se aprender. Esse estilo pode encantar e chocar várias pessoas pois tenta retratar a realidade baseando-se na natureza e na ciência.

Dentre os autores desse estilo no Brasil, destacaram-se:

  • Aluísio Azevedo;
  • Horácio de Carvalho;
  • Inglês de Souza;
  • Julio Ribeiro;
  • Emília Bandeira de Melo;
  • Adolfo Caminha;
  • Pápi Júnior;
  • Rodolfo Teófilo;
  • Carneiro Vilela;
  • Faria Neves Sobrinho;
  • Manoel Arão.

Desses todos o Aluísio de Azevedo é que merece o maior destaque pois ele escreveu o primeiro romance naturalista em 1881 de nome “O mulato. Porém seu livro O Cortiço, de 1890, é considerado um dos marcos na literatura brasileira onde denuncia a exploração e as péssimas condições de vida dos moradores das estalagens ou dos cortiços cariocas do final do século XIX.

Como pode-se perceber o Naturalismo no Brasil possui um grande número de autores e isso influencia a literatura até os dias de hoje. Espero que esse artigo tenha lhe sido útil e, caso tenha dúvidas, sugestões ou críticas, nos deixe um comentário com sua opinião.