Arduino Nano – Conheça a plataforma

17

Em 2005, na Itália, Massimo Banzi e David Cuartielles criaram uma plataforma de prototipagem eletrônica denominada Arduino. É caracterizada por ser open-source, de baixo custo e acessível a todos, inclusive àqueles sem conhecimento algum em programação. Existem inúmeras vantagens em se utilizar tal plataforma, como a facilidade que o software Arduino oferece ao usuário. Também, o fato de poder ser utilizado sem ter que se pagar direitos autorais ou royalties e o hardware que se adaptou a diversas formas, dentre as quais pode-se citar Arduino Uni, Arduino Mega 2560, Arduino Nano, entre outros.

Veja também outros artigos relacionados à Eletroeletrônica.

Arduino Nano

O Arduino Nano é uma das menores versões de placas Arduino, assim também como a mais completa. Foi produzido pela Gravitech e baseada no ATmega328. Pode ser diretamente acoplado ao protoboard e possui um miniUSB, substituindo o usual.

Todos os 14 pinos digitais do Arduino Nano, que operam a 5 volts, pode ser utilizado como entrada ou saída, através das funções pinMode (), digitalWrite () e digitalRead (). Além disso, alguns pinos têm funções especializadas:

  • o serial: 0 (RX) e 1 (TX) é usado para receber e transmitir dados em série TTL,
  • interruptores externos (2 e 3): podem ser configurados para disparar uma interrupção em um valor baixo, um limite ascendente ou descendente ou uma alteração no valor,
  • PWM (3, 5, 6, 9, 10 e 11): fornecem a saída PWM de 8 bits com a função analogWrite (),
  • SPI (10 (SS), 11 (MOSI), 12 (MISO), 13 (SCK)): dão suporte à comunicação SPI,
  • LED 13: o LED se acende quando o valor é HIGH.

Abaixo, observe a estrutura de hardware do Arduino Nano, com seus respectivos pinos e conexão para o cabo miniUSB:

O software Arduino possui duas funções extremamente importantes, sendo elas: Setup (), que se executa no início do programa a fim de iniciar as configurações da programação e Loop (), a qual é executada durante todo o processo, sendo interrompida somente quando o programa é finalizado ou o usuário o interrompa. Para o desenvolvimento de um código utilizando este software não é necessário mais do que uma noção básica de programação na linguagem C/C++.

O que você achou desse artigo? Se gostou dessa informação, compartilhe com seus amigos e nos deixe uma avaliação!
E para mais novidades não deixe de nos seguir nas redes sociais!

Audacity – Softaware editor de áudio

Pegasus.Seiya.full.894106

Você precisa gravar ou fazer alterações em arquivos de áudio? O Audacity é a opção ideal. Conheça um pouco do software de gravação e edição de áudios.

Veja também outros artigos relacionados à Tecnologias.

Audacity

O Audacity é um software gratuito para gravação e edição de áudio, possui diversas funcionalidades, como por exemplo, renderização, mixagem, adição de efeitos e conversão para do arquivo para vários formatos de áudio.

A interface do programa é simples e de fácil interpretação, garantindo ao usuário acesso rápido e fácil.

No Audacity também é possível fazer gravações de áudio e realizar diversas plotagens sobre o sinal.

Você pode fazer o download do software através desse link.

Recursos e uso

Além de gravar áudio de múltiplas fontes, o Audacity pode ser usado para pós-processamento de todos os tipos de áudio, incluindo podcasts, adicionando efeitos como, por exemplo, normalização. O Audacity pode ser usado para gravar e misturar álbuns inteiros, como por exemplo, pela Tune-Yards. Também é usado atualmente em um curso de NCR National Level 2 do Reino Unido para a unidade de criação de som.

Recursos

Os recursos da Audacity incluem:

  • Gravação e reprodução de sons.
  • Scrubbing (a partir da versão 2.1.1)
  • Timer Record: permite ao usuário agendar quando uma gravação começa e termina para fazer uma gravação autônoma.
  • Edição através de corte, cópia e colar, com níveis ilimitados de desfazer.
  • Importar e exportar WAV, AIFF, MP3 (através do codificador LAME, baixado separadamente), Ogg Vorbis e todos os formatos de arquivos suportados pela biblioteca libsndfile. As versões a partir da 1.3.2 são compatíveis com o Codec de Áudio sem Perdas (FLAC).
  • A versão 1.3.6 e posterior também suporta formatos adicionais como WMA, AAC, AMR e AC3 através da biblioteca opcional FFmpeg.
  • Conversão de fitas de cassete ou registros em faixas digitais, dividindo a fonte de áudio em várias faixas com base em silêncios no material de origem.
  • Multipista de mistura.
  • Uma grande variedade de efeitos digitais e plug-ins.
  • Edição de envelope de amplitude.
  • Redução de ruído com base na amostragem do ruído a minimizar.
  • Redução vocal e isolamento para a criação de trilhas de karaoke e trilhas vocais isoladas.
  • Análise de espectro de áudio usando o algoritmo de transformação de Fourier.
  • Suporte para modos multicanal com taxas de amostragem de até 96 kHz com 32 bits por amostra.
  • Ajustes precisos da velocidade do áudio enquanto mantém o passo para sincronizar com o vídeo ou executar por um período de tempo pré-determinado.
  • O Audacity funciona em sistemas Windows, MacOS / OS X e Unix (incluindo Linux e BSD). O Audacity usa a biblioteca de software wxWidgets para fornecer uma interface gráfica de usuário semelhante em vários sistemas operacionais diferentes.
  • O Audacity suporta o padrão aberto LV2 para plugins e, portanto, pode carregar software como Calf Studio Gear.

O que você achou desse artigo? Se gostou dessa informação, compartilhe com seus amigos e nos deixe uma avaliação!

Vale do Silício – Polo Tecnológico

Vale do Silício, ou do inglês, Silicon Valley, com certeza é um nome comum para quem gosta de tecnologia. Além de ser assunto, ás vezes, corrente na TV e internet. E para aqueles que não estão familiarizados com o nome ou à tecnologia, iremos explicar tudo o que você precisa saber sobre o Vale do Silício.

Veja também outros artigos relacionados à Tecnologia.

O que é o Vale do Silício

É localizado na parte sul da baía de São Francisco, no norte da Califórnia, nos Estados Unidos. Essa região é o lar de muitas das maiores empresas de tecnologia do mundo, incluindo Apple, Cisco, Google, HP, Intel e Oracle.

O termo originalmente se referiu ao grande número de inovadores e fabricantes de chips de silício da região. Porém, acabou por se referir a todos os negócios de alta tecnologia na área. Agora, é geralmente usado como um nome para o setor americano de alta tecnologia.

Apesar do desenvolvimento de outros centros econômicos de alta tecnologia em todo os Estados Unidos e no mundo, o Vale do Silício continua a ser o principal centro de inovação e desenvolvimento de alta tecnologia, representando 1/3 de todo o investimento em capital de risco nos Estados Unidos.

História

Desde o início do século XX, o Vale do Silício foi o lar de uma indústria eletrônica vibrante e crescente. A indústria começou através da experimentação e inovação nos campos da rádio, televisão e eletrônica militar. A Universidade de Stanford, suas afiliadas e graduados têm desempenhado um papel importante no desenvolvimento desta área.

A partir da década de 1890, os líderes da Universidade de Stanford viram sua missão como serviço para o Ocidente e moldaram a escola de acordo. Assim, o regionalismo ajudou a alinhar os interesses de Stanford com as empresas de alta tecnologia da área nos primeiros 50 anos de desenvolvimento do Vale do Silício.

Durante as décadas de 1940 e 1950, Frederick Terman, como decano da engenharia e provador de Stanford, encorajou os professores e graduados a iniciar suas próprias empresas. Ele é creditado com a criação da Hewlett-Packard, Varian Associates e outras empresas de alta tecnologia. Essas empresas se tornariam o Silicon Valley, que cresceu em torno do campus de Stanford. Terman é muitas vezes chamado de “pai do Vale do Silício”.

Durante 1955-85, a pesquisa e o desenvolvimento de tecnologia na Universidade de Stanford seguiram três ondas de inovação industrial. Sendos estas possibilitadas pelo apoio de empresas privadas. Entre elas estão, principalmente, Bell Telephone Laboratories, Shockley Semiconductor, Fairchild Semiconductor e Xerox PARC. Em 1969, o Stanford Research Institute operou um dos quatro nós originais que incluíam o ARPANET, predecessor da Internet.

Revolução da tecnologia da informação

No Vale do Silício foram desenvolvidos o circuito integrado baseado em silício, o microprocessador, o microcomputador, entre outras tecnologias-chave. Tem sido também o local da inovação eletrônica há mais de quatro décadas. O Vale do Silício é sustentado por cerca de 250 mil trabalhadores de tecnologia da informação.

O complexo conta com um grande grupo de engenheiros qualificados e cientistas das principais universidades da região. Possui um financiamento generoso de um mercado seguro com o Departamento de Defesa. Formado por uma rede eficiente de empresas de capital de risco.

Escritórios de advocacia

O aumento do Vale do Silício também foi reforçado pelo desenvolvimento de infra-estrutura legal adequada. Objetivando apoiar a rápida formação, financiamento e expansão de empresas de alta tecnologia. Também houve o desenvolvimento de uma massa crítica de advogados e juízes experientes na resolução de disputas entre essas empresas.

Desde o início dos anos 1980, muitos escritórios de advocacia abriram escritórios em San Francisco e Palo Alto. O objetivo era fornecer startups do Vale do Silício com serviços legais. Além disso, a lei da Califórnia tem uma série de peculiaridades que ajudam os empresários a estabelecerem startups à custa de empresas estabelecidas.

O crescimento do Software

Embora os semicondutores ainda sejam um dos principais componentes da economia da área, o Vale do Silicone tem sido famoso nos últimos anos por inovações em software e serviços de Internet. O Silicon Valley influenciou significativamente os sistemas operacionais de computadores, software e interfaces de usuário.

Usando dinheiro da NASA e da Força Aérea dos EUA, Doug Engelbart inventou o mouse e ferramentas de colaboração baseadas em hipertexto em meados da década de 1960, enquanto no Stanford Research Institute (agora SRI International). Nas décadas de 1970 e 1980, o Palo Alto Research Center (PARC) da Xerox desempenhou um papel fundamental na programação orientada a objetos, interfaces gráficas de usuário (GUIs), Ethernet, PostScript e impressoras a laser.

A disperção das invenções da Xerox levou diretamente à 3Com e à Adobe Systems, e indiretamente à Cisco, à Apple Computer e à Microsoft. A GUI do Macintosh da Apple foi em grande parte o resultado da visita de Steve Jobs ao PARC e a posterior contratação de pessoal-chave. O impulso da Cisco decorreu da necessidade de encaminhar uma variedade de protocolos sobre a Ethernet do campus de Stanford.

O que você achou desse artigo? Se gostou dessa informação, compartilhe com seus amigos e nos deixe uma avaliação!
E para mais novidades não deixe de nos seguir nas redes sociais!

Tensão e corrente elétrica: conceitos, analogias e diferenças

Neste artigo vamos falar sobre tensão e corrente elétrica. Esses conceitos são fundamentais para qualquer pessoa. Por isso, preste muita atenção.

Não deixe de conferir outros artigos relacionados ao “Tensão e corrente elétrica”, na seção eletroeletrônica.

O que é tensão elétrica?

Tensão é a medida do potencial elétrico entre dois pontos do circuito. Um ponto tem mais carga que o outro. Essa diferença entre os dois pontos é denominada tensão.

Ele é medida em volts, que é a diferença do potencial elétrico entre dois pontos que irá transmitir 1 Joule de energia por Coulomb de carga que passa através deles.

A unidade volt é uma homenagem ao físico italiano Alessandro Volta, que inventou a bateria composta por produtos químicos. A tensão é geralmente representada pela letra V.

Para facilitar o entendimento podemos fazer uma analogia com um tanque de água. A carga seria a quantidade de água no tanque. A tensão seria a pressão da água e a corrente a vazão da água.

Imagine um tanque de água com uma mangueira atrelada a parte inferior do tanque.

Tensão e corrente elétrica - Tanque de água representando a tensão

A pressão no fim da mangueira representa a tensão. A água no tanque representa a carga. Quanto mais água no tanque, maior será a pressão no final da mangueira.

O tanque pode ser considerado a bateria, que o lugar onde a energia é armazenada por um determinado tempo e depois é liberada. Se nós tirarmos uma quantia considerável de água do tanque, a pressão criada no fim da mangueira diminuirá.

A mesma coisa acontece quando a tensão diminui. Por exemplo, uma lanterna começa a perder o seu brilho, conforme a bateria vai acabando.

Também temos que observar que haverá uma diminuição da água do tanque, conforme ela vai saindo da mangueira. Menor pressão significa que menos água irá fazer. É isso que acontece com a corrente elétrica.

O que é corrente elétrica?

A quantidade de água vazando pela mangueira do tanque pode ser considerada a corrente elétrica. Quanto maior a pressão, maior será a vazão. No caso da água, nós mediríamos o volume da vazão da água pela mangueira por um determinado tempo. Com a eletricidade, nós podemos medir a quantidade de carga passando pelo circuito por um determinado período de tempo.

Corrente é medida em ampere. Um ampere é definido como 6,241×1018  elétrons (1 Coulomb) por segundo passando por um ponto do circuito.  A corrente é geralmente representada pela letra I.

Agora imagine que nós temos dois tanques, cada um com uma mangueira ligada a parte inferior do tanque. Os dois tanques têm a mesma quantidade de água, porém a mangueira de um tanque é mais estreita que a mangueira do outro.

Tensão e corrente elétrica - Tanques de água representando a corrente

As extremidades das mangueiras dos dois tanques terão a mesma pressão, mas quando a água começar a vazar, a vazão do tanque com a mangueira mais grossa será maior do que a vazão do tanque com a mangueira mais fina.

Em termos de eletricidade, a corrente que passa pela mangueira mais fina é menor do que a corrente que passa pela mangueira mais grossa. Para equilibrar a vazão de água dos dois tanques, é necessário aumentar a quantidade de água (carga) no tanque com a mangueira mais fina.

Tensão e corrente elétrica - tanques de água representando a corrente

Agora a pressão (voltage) é a mesma nas duas mangueiras. Esse procedimento é análogo a um aumento de tensão que causa um aumento na corrente.

Diferença entre tensão e corrente elétrica

CorrenteTensão
SímboloIV
DefiniçãoÉ a taxa que a corrente elétrica passa por um ponto no circuito, ou seja, taxa de vazão da corrente elétrica.É a diferença de potencial entre dois pontos elétricos. Também pode ser interpretada como energia por unidade de carga.
UnidadeAmpereVolt
RelaçãoA corrente não pode existir sem a tensão.A tensão pode existir sem a corrente.
Instrumento de medidaAmperímetroVoltímetro
Unidade no Sistema Internacional1 ampere =1 coulomb/segundo.1 volt = 1 joule/coulomb.
Conexão em sérieA corrente é a mesma para todos os componentes conectados em série.A tensão é distribuída pelos componentes conectados em série.
Conexão paralela A corrente fica distribuída pelos componentes conectados em paralelo.A tensão é a mesma para todos os componentes conectados em paralelo.

O que você achou do artigo “Tensão e corrente elétrica”? Deixe o seu comentário.

Fontes:  diffen sparkfun

Lei de Lenz: eletromagnetismo

A Lei de Lenz foi criada pelo cientista alemão Heinrich Friedrich Emil Lenz em 1834. Ela obedece a Terceira Lei de Newton: ” Para toda ação existe sempre uma reação oposta e de igual intensidade”. Ela também obedece a lei de conservação de energia: ” A energia não pode ser criada e nem destruída. Portanto, a soma de todas as energias do sistema é constante”.

A Lei de Indução de Faraday também está de acordo com a Lei de Lenz. Faraday descobriu que quando um campo magnético variante é conectado em uma bobina, uma força eletromotriz (emf) é induzida sobre ela. Sendo assim, a magnitude da emf induzida no circuito é proporcional a taxa de variação do fluxo magnético.

Veja também outros artigos da seção eletroeletrônica.

Lei de Faraday Lenz

A Lei de Lenz ou Lei de Faraday Lenz diz que o sentido da corrente é o oposto da variação do campo magnético que lhe deu origem.

Explicação da Lei de Lenz

Vamos dividi-la em duas etapas. A primeira etapa é quando o ímã está se aproximando da bobina. A segunda etapa é quando o ímã está se afastando da bobina.

Quando o polo norte de um ímã está se aproximando da bobina, o fluxo magnético da bobina aumenta. De acordo com a Lei da Indução Eletromagnética de Faraday, quando existe uma mudança no fluxo, uma corrente é induzida na bobina e essa corrente criará seu próprio campo magnético.

Baseado na Lei de Lenz, esse campo magnético que foi criado irá se opor ao aumento do fluxo através da bobina. Uma vez que conhecemos a polaridade magnética do lado da bobina, a direção da corrente induzida pode ser facilmente determinada  pela regra da mão direita.

Quando o polo norte do ímã está se distanciando da bobina, o fluxo magnético na bobina diminui. De acordo com a Lei da Indução Eletromagnética de Faraday, uma emf e, portanto, uma corrente é induzida na bobina diminuindo o seu próprio campo magnético.

Nesse caso, a Lei de Lenz diz que o campo magnético criado irá se opor a diminuição do fluxo através da bobina. A direção da corrente induzida pode ser descoberta aplicando a regra da mão direita.

Regra da Mão Direita

Para achar a direção do campo magnético ou da corrente, use a regra da mão direita. Isto é, se os dedos da mão direita são colocados ao redor do fio, de forma que o dedão aponte para a direção do fluxo de corrente, então os dedos curvados mostrarão a direção do campo magnético produzido pelo fio.

Lei de Lenz - regra da mão direita

Fonte: donaatraente

Resumo da Lei de Lenz

Se o fluxo magnético ligado a uma bobina aumenta, a corrente na bobina irá se opor ao aumento do fluxo.  Portanto, a corrente induzida produzirá seu fluxo na direção mostrada abaixo:

Lei de Lenz - corrente induzida

Se o fluxo magnético ligado a uma bobina diminui, a corrente induzida na bobina tentará recuperar o fluxo original. Portanto, a direção da corrente será a indicada abaixo:

Lei de Lenz - corrente induzida

Fontes: britannica  electrical4u

curiosidades